|
Você está aqui:Página Principal>A Folha do Omnibus (Índice Geral)> A Folha do Omnibus 78
Conheça nosso parceiro Canalbus
Número 78 - Ano 12 - 30 de setembro de 2003 A FOLHA DO OMNIBUS - www. omnibus.hpg.com.br - Produção: Osvaldo Teodoro Born. Colaboram nesta edição: Divesa MBB, Neobus, Ricardo Bascke, ANTT, Flavio de Assumpção Pereira, Auto Viação Marechal, Pedro Oliveira, Rodrigo Santiago Lemos, Secco Consultoria em Comunicação/Marcopolo, ACAV, Eucatur, Abrati, Expresso Princesa dos Campos, Revista Carga, Revista Frota & Cia, Luis Henrique Gomes, José Augusto de Souza Oliveira, Thiago V. S. Sena, Antonio Ferro, José Luiz Soares Neto, João Manoel da Silva, Rafael Augusto Arthury de Almeida, Leandro Stein, Sidney Junior, Leandro Machado de Castro, Expresso Guanabara, O Estado do Paraná ,Sergio Augusto Braga Canuto, Josiel Martins, Leonardo Silva, Bruno Martins de Oliveira, Paulo Zoraban Ferreira, Roberto Strasser, CattaniSul, Junior-Ctba . É permitida a reprodução das informações e fotos desde que citada a fonte. Endereço para correspondência - Rua Adolfo Stedile, 353 - Bom Retiro - Curitiba - Paraná - Brasil - 80520-540 - omnibusdobrasil @ yahoo.com.br - Fone (41) 9621-0711 (cel) |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Amigos e Associados do Omnibus do Brasil: Muito se fala sobre o transporte coletivo de Curitiba (PR). Em todas as publicações que abordam o tema são referenciadas as vantagens do sistema em todas as suas perspectivas. No entanto, crendo sobretudo de que todo sistema pode e deve continuamente ter melhorias esboçamos nesta edição uma crítica ao tão elogiado sistema de transporte da capital paranaense mostrando do ponto de vista de usuário e estudioso do sistema proposta sobre o que deveria ser reavaliado no mesmo para que o modelo continue sendo uma boa referência para cidades que desejem implementar soluções em transporte coletivo como as que Curitiba adotou ao longo de pelo menos 30 anos. O título do artigo é com toda certeza provocativo mas na verdade o que ele pretende é mostrar que nem tudo são flores mas, que pode vir a ser com a vontade política dos governantes. Boa leitura e até a próxima edição. Osvaldo Teodoro Born - Presidente do Omnibus do Brasil ENDEREÇO DE CORREIO ELETRÔNICO OMNIBUS DO BRASIL omnibusdobrasil @ yahoo.com.br PRÓXIMA EDIÇÃO Após 20 de outubro de 2.003
AQUISIÇÕES PARA VOCÊ ENVIAR SUAS INFORMAÇÕES para esta seção deve observar: as informações deverão ser enviadas por e-mail ou por carta indicando o nome da empresa (quando possível completo), cidade sede (e onde os veículos irão operar quando possível), número total de veículos comprados (quando disponível), Tipo (rodoviários ou urbanos), prefixos dos veículos (IMPORTANTE, deve constar PELO MENOS UM dos prefixos do lote - sem tal informação nada será publicado), marca, modelo da carroceria e número de portas, marca e modelo do chassi (pelo menos indicar se é motor dianteiro, central ou traseiro), outras observações (ar condicionado, vidros, etc). Quando possível envie uma foto POR CARTA para ilustrar a aquisição. Seu nome constará como colaborador da edição, no cabeçalho desta.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES DA EDIÇÃO ANTERIOR - 77 * Citmax - A Ciferal pretende montar 900 unidades do novo urbano Citmax até o final de 2003. O principal atrativo é o preço, bem abaixo dos principais concorrentes.
* Empresa Lapeana (Curitiba PR) - Um dos veículos vindos da Expresso Princesa dos Campos recebeu o prefixo 300 conforme foto abaixo. Outro foi visto como 303. A pintura agora não tem mais a faixa amarela na altura das janelas (faixa trânsito utilizada para operação de linhas escolares): * Viação Vale do Iguaçu (Pato Branco PR) - O prefixo do veículo adquirido divulgado na edição anterior 77 é 19.002. * CattaniSul ( (Pato Branco PR) - Conforme divulgamos nas edições 73 e 77 a CattaniSul recentemente colocou em operação seu novo ônibus Leito, Marcopolo Paradiso G6 1200 Mercedes Benz O400RSD, prefixo 41.581. O veículo possui entre os itens de conforto ar condicionado, 26 lugares, vidros colados (diminuindo ruídos), 3 aparelhos de TV, som com compact disc. Como resultado, com certeza, uma boa viagem!
OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE TERMINAIS, LINHAS, FROTAS E REMANEJAMENTOS * Auto Viação Curitiba (Curitiba PR) - Remanejou o Busscar Urbanus S´95 3 portas Ford B1618 prefixo LC044, categoria Convencional. Novo prefixo LA985 (AHY 6404), categoria Alimentador. Trata-se do único ônibus municipal da cidade da marca Ford. ** Remanejou também o Caio Apache S´21 3 portas Scania F94, prefixo LC045, categoria Convencional. Novo prefixo LA984, categoria Alimentador. Trata-se do único F94 sob Apache S´21 da região. * Auto Viação Nossa Senhora da Luz (Curitiba PR) - Remanejou 2 Caio Alpha 3 portas Mercedes Benz OH1621 (aut) prefixo CB 015 e CB016, categoria Interbairros. Novos prefixos CC985 e CC984, respectivamente, categoria Convencional. * Empresa Santo Anjo da Guarda (Tubarão SC) - Colocou a venda os seguintes veículos: Marcopolo Paradiso GIV Scania K112 ano 1987, categoria Convencional, prefixo 4748; Marcopolo Viaggio GIV Mercedes Benz O371RS, categoria Convencional, prefixo 3431. * ANTT transfere
exploração de linha - A Agência Nacional de Transporte
Terrestre transferiu em 26/09 a exploração da linha Belo Horizonte
(MG) na Viação Nova Integração para a Expresso Kaiowa. A nova
empresa disponibilizará uma frota de 5 veículos com idade máxima de
6 anos para a operação que deve ser iniciada em 30 dias. ERRATA * Bel Tour (Rio de Janeiro RJ) - O veículo divulgado na última edição 77 trata-se de um Vissta Buss HI 4x2 e não, conforme divulgado, Vissta Buss LO. Veja o veículo nas informações sobre o I Econbus na coluna CLUBUS. * Omissão - deixamos de incluir o amigo Pablo Dalalíbera Silveira na listagem de colaboradores da última edição. Pedimos desculpas a ele.
Ônibus usado, o futuro é ser clandestino?
por Antonio Ferro A
cada renovação de frota ou então o enxugamento da mesma pela perda
de mercado, gera uma questão vital nas empresas de ônibus, sejam
elas urbanas, rodoviárias ou de fretamento, influindo diretamente na
vida do passageiro. Como
desagregar um veículo entregando-o a um terceiro sem que este não
influa nos serviços prestados pelo ex-proprietário do ônibus? Questão
delicada a espera de uma resposta urgente. Todos os dias milhares de
ônibus que já prestaram serviços no sistema regularizado circulam
pelas estradas e ruas transportando pessoas sem as devidas medidas de
segurança. Os
terceiros proprietários adquirem os veículos revisados e em bom
estado das empresas que operam linhas regulares, mas com o passar do
tempo tais veículos deixam de sofre uma inspeção rigorosa e sua
manutenção só é executada quando o veículo realmente já não
pode mais andar. Há ainda a inexperiência dos motoristas que dirigem
mais de oito horas por dia, em trajetos que superam os 1.000 quilômetros,
não possuindo qualquer acompanhamento específico como os condutores
das empresas regularizadas. Sob
os olhos fechados da fiscalização realizam viagens longas, aliciam
passageiros (na própria fila dos guichês dos terminais rodoviários)
com promessas de conforto e passagem mais barata, já que não
recolhem tributos. Mas no exato momento de embarque o passageiro
descobre que a oferta de veículos com conforto não passou de
cascata. Ainda possuem terminais próprios, muito dos quais ao lado
das rodoviárias. Nas estradas passam por guaritas ou barreiras
estaduais onde a lei da caixinha manda. Em várias ocasiões não
chegam ao seu destino, o ônibus quebra antes. Mas
o que fazer com os veículos que são excluídos das frotas das
empresas? Alguns
de nossos paises vizinhos chegam a comprar ônibus usados, revisados,
em bom estado e com garantias. Outra
alternativa para a recolocação dos veículos sem prejuízo ao
sistema seria: prefeituras – para o transporte de funcionários,
atletas e alunos de escola ou ainda a transformação do ônibus em
museu ou biblioteca itinerante e unidades móveis de saúde. Quantas
vezes a mídia não chamou atenção para os problemas de ônibus mal
conservados que transportam crianças pelo interior do país? E ainda
(despropério), houve um tempo em que se importou ônibus usados dos
EUA, alegando que eram doações, pagando-se apenas as taxas de
importação. A
indústria de carroçarias e chassis produziu números expressivos em
2002. Isto mostra que as empresas colocaram seus veículos usados a
venda, pois o passageiro está mais atento e cobra conforto e segurança
ao empresário, que o responde com novos e modernos veículos. Encarroçadores,
frotistas, associações, sindicatos e governos precisam se unir e
encontrar uma solução para os ônibus usados. Continuar lamentando a
situação – que será caótica se não houver as devidas providências
– não resolverá o problema. por Osvaldo Teodoro Born Muito, e muito mesmo, se fala sobre o transporte coletivo curitibano dentre outras características da capital paranaense tomada como modelo não somente para outras cidades do país mas também para o mundo. Evidentemente, que como bom bairrista, vislumbro nesta cidade alguns encantamentos que ainda não conheci em outra cidade brasileira. E olhem que conheço boa parte deste país. Mas, nosso objetivo neste momento não é proliferar os elogios à nossa Curitiba em termos de transporte porque isto, insisto, pode ser verificado em qualquer outra publicação do setor de ônibus, turismo ou mesmo nas revistas que tratam de assuntos gerais. Tentaremos nestas poucas linhas deste artigo tecer considerações que permitam aos nossos leitores dos mais distantes cantos do Brasil terem acesso a informações verdadeiras e, sobretudo, atuais sobre o transporte coletivo da tão elogiada RIT - Rede Integrada de Transporte, não que o que vem se falando sejam mentiras mas sim, que deixam de mostrar aspectos interessantes. Primeiramente devemos levar em conta que transporte coletivo não é somente um veículo, uma rua ou um funcionário da empresa permissionada. Quando falamos e analisamos um sistema de transporte temos que olhar para a totalidade de suas características que vão desde a disponibilização pelas operadoras ou, no caso de Curitiba, pela gerenciadora do sistema, de tabelas com horários das linhas, a correta (e de fácil visualização) indicação do itinerário na caixa frontal do veículo, o abrigo no ponto de embarque, o conforto do ônibus que envolve diversos aspectos que abordarei abaixo, a cordialidade do motorista e de outros profissionais da empresa, a rapidez do sistema de cobrança, a segurança ativa e passiva do veículo e do transporte, o conforto das ruas por onde o veículo irá se deslocar, o trânsito, o abrigo no ponto de desembarque, informações de conexão e interligação entre linhas, a disponibilização de painéis indicativos de horários nos terminais de transbordo. Curitiba hoje peca em diversos destes aspectos. Por incrível que apareça diante das agruras do sistema evidenciadas abaixo, Curitiba não dispõe de transporte pirata atualmente. Uma verdadeira dádiva diante do caso generalizado por muitas capitais brasileiras. Ou o passageiro faz uso do sistema disponível ou opta por outros meios de transporte, especialmente os carros tornando caótico o trânsito no horário de pico em determinadas regiões. Entre as 9 cidades de maior população no Brasil, Curitiba é a segunda em número de habitantes por automóvel, algo em torno de 2,6, ficando atrás apenas de São Paulo (SP). Para este público que opta pelo automóvel porque é compensatório diante do valor da tarifa e do tempo médio de espera das linhas, o ideal seria um transporte alternativo executivo com diferenciais de conforto, modal que a cidade não dispõe. No final deste artigo teço alguns comentários apontado algumas possíveis soluções para as questões postas. Na verdade nenhuma delas será conseguida com o tilintar de uma varinha de condão mas dependerão de muito trabalho por parte dos técnicos do setor e, sobretudo, da vontade política de nossas autoridades. 1) Rede Integrada? Para começar é bom deixar claro que nem todos os usuários tem acesso à rede integrada de transporte da cidade, existe em muitas regiões um vazio quanto a serviços que permitam que usuários tenha acesso à rede integrada de um modo eficiente. Um dos exemplos é o bairro do Pilarzinho que, excetuando a existência de duas linhas que passam por uma parte do bairro, os moradores (por exemplo do conjunto Bracatinga) não tem acesso à rede. E umas das linhas realiza a integração nos terminais extremos da cidade. Vale lembrar que a tarifa é única não havendo opções mais baratas. E nunca é demais lembrar que existe até uma linha da categoria Interbairros, a de número I (horário e anti-horário que faz um roteiro circular em bairros próximos à região central) que nunca foi integrada o que poderia inclusive trazer malefícios aos usuários que identificam pelas cores dos veículos aqueles que permitem o acesso à rede integrada. Além disso na região central não existe integração a não ser em algumas poucas estações tubo que integram no máximo 3 linhas. De certo modo esse fato é coerente pois evita que se centralize o deslocamento dos passageiros. 2) Veículos Todas as pessoas que visitavam a cidade até algum tempo atrás e que tinham o mínimo de conhecimento técnico sobre o setor ficavam deslumbradas pelo número de veículos pesados operando nas mais diversas linhas da cidade, oferecendo aos usuários e condutores confortos como o câmbio automático, o motor traseiro ou central e a facilidade de embarque devido a altura do primeiro degrau em relação ao solo além da suspensão macia. Indo na contramão de cidades como Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (BH) que tem feito aquisições de grandes volumes de veículos pesados ou mesmo de São Paulo (SP) que determinou que não poderão ser comprados veículos de motorização dianteira (a não ser em casos especiais e justificáveis pela operação) Curitiba (PR) aposentou nos últimos 2 anos boa parte de seus pesados substituindo-os pelos motores dianteiros. Inúmeros usuários sentiram a diferença quando logo ao entrar ou descer do veículo tem uma diferença maior de altura do solo. Mas, além dos usuários, os profissionais do volante e cobradores também sofrem com a mudança visto que nas 6 horas diárias de trabalho tem que enfrentar o barulho do motor nos seus ouvidos e no caso dos motoristas, o fato da cabine ser muito quente trazendo, evidentemente, danos à saúde. Mais que isso, o câmbio automático, presente em boa parte dos pesados, era um grande alívio no agitado trânsito e para mais um dia de trabalho. O motor dianteiro causa problemas no corredor de entrada para o usuário também. Especialmente importantes eram os pesados nas linhas diametrais e radiais longas e interbairros I por levarem o usuário de um canto a outro da cidade com mais conforto. Vale frisar que é a gerenciadora do sistema que determina quais são os veículos que as empresas deverão adotar para suas linhas. 3) Micros Há algum tempo algumas linhas convencionais vem sendo operadas por microônibus em substituição aos padrons. Um dos exemplos é a 176-Nilo Peçanha. Sem dúvida que em alguns casos o uso deste tipo de veículo traz benefícios pois o ônibus é mais ágil no trânsito e podem ser ofertados mais horários nas linhas fazendo com que todos os passageiros sejam transportados sentados. Mas não é o que vem acontecendo. Nesta linha, por exemplo, é comum ver passageiros em pé no veículo nos horários de pico (e algumas vezes no entre-pico também) pois o movimento aumenta de forma considerável. E vale frisar que se já não existe conforto no transporte em pé, isto piora nos micros devido ao espaço reduzido. Este tipo de veículo só deveria ser utilizado em linhas que, comprovadamente, o número de passageiros não excede o número de assentos por viagem, um dos casos em Curitiba é a linha 150-Canal da Música/Vista Alegre adequadamente atendida pelos micros. É importante frisar que apesar de mais ágil no trânsito o micro demanda muito tempo nas paradas pois a cobrança é feita pelo próprio motorista. Isto é outro ponto negativo de sua operação em linhas longas ou que transitam por ruas de intenso movimento: o motorista demanda muito de sua atenção à cobrança das passagens enquanto dirige o veículo. 4) Ligeirinhos? A idéia de implementação de um sistema alternativo e paralelo ao estrutural desenhada por Jaime Lerner há cerca de 12 anos na cidade foi de extrema importância para desafogar o sistema expresso das canaletas: as Linhas Diretas que por terem poucas paradas, previam transportar o usuário entre os terminais ou locais de parada de forma rápida e se tornaram um sucesso e se expandiram por boa parte da região metropolitana além de atender a cerca de 95% dos terminais da RIT municipal. Mas, de "ligeirinho" eles não tem nada. Utilizam, no sistema estrutural, as rápidas transitando juntamente com outros veículos, fazendo inúmeras paradas em semáforos e perdendo velocidade por questões do próprio tráfego intenso. No final deste artigo oferecemos comentários do que seria o ideal para este modal de transporte. 5) Expressos? Da mesma forma que os ligeirinhos as linhas expressas atualmente operadas na sua totalidade por ônibus biarticulados (existem alguns articulados adaptados para embarque em nível que atendem no horário de pico) não estão fazendo jús ao nome há algum tempo, excetuando o caso do eixo Oeste. Evidentemente que as viagens pelas canaletas sem interferência do tráfego de automóveis é mais rápido. Mas, diferente de quando foram implementadas na década de 70, as canaletas são cortadas por inúmeros cruzamentos que pelos semáforos tornam as viagens lentas e com muitas paradas. A região sul da cidade dispõe de uma linha circular que atende diversos bairros e terminais e foi a última canaleta implementada no sistema, já no final da década de 90. Mas, qualquer um que a utiliza fica perplexo diante de seu traçado, utilizando as torres das linhas de transmissão de energia elétrica. Curvas acentuadas e zigue-zagues para chegar às estações-tubo fazem parte do dia-a-dia de quem utiliza a linha Circular Sul. Se o trajeto para os ônibus é terrível, para os veículos torna o uso das marginais de tráfego lento um show de habilidade ao volante pois a pista é de um momento para outro invadida por uma estação tubo sendo necessário também um zigue-zague no asfalto. 6) Troncal? Convencional? Curitiba adota cores nos veículos e letras para diferenciar as categorias. O vermelho, por exemplo, pertence aos expressos, o laranja ao alimentador. Mas a cor amarela (e a segunda letra do prefixo, C) é usada tanto para os troncais, ou seja, veículos que não utilizam as canaletas mas ligam o centro a um terminal, como para os convencionais que NÃO possuem integração. Assim, estando em um ponto da Avenida Iguaçu, bairro Rebouças, por exemplo, e desejando se deslocar para um terminal, você terá que esperar uma das linhas passar e perguntar para o motorista se ela permite ou não a integração porque a cor do ônibus não informará nada. Este é o tipo de pintura inútil, sem função social num universo de cores e tonalidades diferentes. Além disso algumas linhas alimentadoras ainda operam com a cor amarela na região de Santa Felicidade. E mais, a linha Interbairros I é a única das circulares que não permite integração mas mantém a cor padrão dos Interbairros. 7) Marketing Não há propaganda sobre o sistema a não ser da própria gerenciadora. Diferenciais de conforto ou conservação não podem ser ressaltados pelas operadoras. Profissional de uma das empresas revelou a este informativo que sequer pesquisas de opinião/satisfação podem ser feitas junto aos usuários das linhas da empresa. Saber se está no ônibus da empresa X ou Y somente se o usuário for atento aos detalhes de pequenos adesivos internos ou observar a inscrição embaixo dos prefixos nas laterais. 8) Contra os fundamentos do capitalismo Existe um fundamento do capitalismo observado e muitas vezes não bem entendido pelas pessoas: uma determinada fruta, justamente na "sua" época (no período do ano propício a sua cultura) geralmente aumenta de preço no mercado. Parece um paradoxo, justamente quando mais se tem, o preço sobe, o correto não seria diminuir o preço pois mais pessoas comprarão? É justamente este o fundamento de vários produtos, não somente das frutas no mercado: estando sua produção em alta, existe uma tendência que mais pessoas o adquiram e para que a oferta esteja de acordo coma demanda, os preços sobem para que um menor número de pessoas possa o adquirir pois desta forma ele não acabará de imediato e não serão necessários investimentos na linha produtiva que inviabilizem a manutenção de tal estrutura fora da época. Imaginem uma fábrica de ventiladores: no verão são vendidos 100, no inverno 30, uma diferença absorvida pela fábrica através da diminuição de horas extras ou diminuição do ritmo produtivo de tal peça na época de baixa. Mas se o preço durante o verão baixar demais a fábrica talvez venda 300 ventiladores. Pergunta-se o que o empresário fará com tal capacidade produtiva no inverno se venderá somente 30? Terá que demitir ou ficar com ociosidade na linha produtiva. Por isso os preços sobem. Mas, apesar disto não ser regra geral, sem dúvida um setor que não vem seguindo este fundamento é o transporte coletivo: quanto menor o número de passageiros mais a tarifa sobre de preço e com isso perdem-se a cada dia mais passageiros e, sobretudo, deixam de aparecer novos. O processo de perda de usuários (seja para o automóvel seja para outros modais como a própria bicicleta) vem sendo verificado há pelo menos 10 anos e se ele não for interrompido tudo caminha para um colapso interno do sistema: serão eliminadas ou unidas linhas num primeiro momento (isto nem sempre é negativo quando, por exemplo, transformam-se duas linhas radiais em uma diametral dando novas opções de deslocamento), caindo posteriormente o número de ônibus que a atendem. Com menos ônibus, menor a freqüência, com isto, os passageiros deixam de usar porque não querem ficar uma eternidade esperando o próximo ônibus. Perdem-se passageiros, menos ônibus, tarifa mais cara, eliminam-se linhas com pouca lucratividade, eliminam-se ônibus. Depois de um tempo não haverá espaço para tantas empresas e... está pronto o quadro de corrosão do transporte urbano. 9) Vale transporte Há muito tempo vem sendo testado o cartão magnético em substituição ao vale-transporte que na cidade de Curitiba é em formato de ficha metálica. Apesar deste tempo, ele veio sendo muito vagarosamente implementado de forma definitiva como no caso dos idosos que passaram a ter um próprio e agora, como ponto positivo, podem utilizar os ônibus da mesma forma que outros passageiros: entrando pela frente, passando pela catraca e descendo pelas portas traseiras não dificultando o fluxo das portas e tendo mais conforto pois dispõem de todo o ônibus para escolher um lugar adequado para o transporte o que não acontecia anteriormente devido a seu confinamento na parte dianteira. Mas, eis que de repente, alegando falsificação dos vales metálicos, a gerenciadora do sistema resolveu adotar definitivamente o cartão não permitindo o uso das fichas metálicas. Em um primeiro momento a gerenciadora inclusive afirmou em meios de comunicação que os passageiros não poderiam trocar as fichas devendo utilizá-las até uma determinada data, cerca de um mês após a aprovação da substituição por um período transitório por vales de papel. Após pressões da sociedade e do Procon que vigorosamente intercedeu, a gerenciadora se viu obrigada a montar postos de troca das fichas metálicas pelo cartão. No entanto, só são aceitas para troca fichas originais, sendo que aquelas que, eventualmente, forem consideradas falsas, ficam como ônus ao usuário. Isso demonstra, sobretudo, falta de bom senso da gerenciadora para com os usuários que não deviam ser punidos especialmente pela demora da implementação definitiva do cartão, testado há pelo menos 3 anos no sistema e que, em nenhum momento, tem culpa pela falsificação. Ações junto ao Procon continuam sendo feitas na tentativa de fazer com que a gerenciadora aceite, evidentemente dentro do prazo estipulado, todas as fichas. Neste tempo, também, devido a demora da implementação do cartão, inúmeros assaltos aos ônibus, muitas vezes tirando a vida dos funcionários das operadoras, acabaram se proliferando pelo grande volume de dinheiro e fichas nos coletivos. 10) Terminais Todos os terminais da cidade que atendem linhas expressas tiveram sua estrutura refeita ou um vasta reforma quando da implementação dos biarticulados. No entanto, a maioria deles não comporta o movimento ou não estão adequados ao atendimento dos usuários pela deterioração especialmente pela falta de manutenção. Vale fazer uma ligação com a análise dos novos abrigos num dos itens abaixo neste artigo. Haviam prioridades antes deles. Tomando o exemplo o terminal da Vila Hauer no eixo Boqueirão e que é espelho de muitos outros: se desejar usar o sanitário, é bom ter sangue frio pois a higiene e sua estrutura deixam qualquer um com problemas de enjôo. Fora isto, no horário de pico desejando usar as estações tubo (especialmente da linha Inter 2 sentido Capão Raso) deve-se torcer para não chover porque senão terá que enfrentar uma fila molhado pois não existe cobertura entre a estação (que estará lotada) e o restante do terminal. No terminal Cabral inúmeras goteiras infestam a passagem subterrânea. No Campina do Siqueira chove por entre a cobertura. Exceção dentro dos municipais é o de Santa Felicidade e Barreirinha ainda que já estejam com capacidade quase esgotada. Terminais na região metropolitana estão ainda piores com poucas exceções entre elas o bom organizado terminal central de Almirante Tamandaré e o moderno central de Pinhais. No Cachoeira (também em Almirante Tamandaré) e no Maracanã (Colombo) não há como descrever o horror da estrutura que é posta em oferta ao usuário, algo que espantaria qualquer novo passageiro que se disponha durante um dia a abandonar o seu veículo (ação que, com certeza, não passará deste dia). Caos este nunca mostrado nas principais publicações do setor de transporte coletivo que preferem mostrar um biarticulado nas bonitas e conservadas estações centrais de Curitiba a um belo articulado penando no antipó ou destoando da paisagem macabra dentro do terminal da Cachoeira. No caso dos municípios da região metropolitana existe um problema a mais pois a reforma ou uma nova construção depende da concordância dos prefeitos. Mas isto não pode ser posto como desculpa após 8 anos de concordância política (1994 a 2002) entre a administração municipal de Curitiba e do governo do estado o qual deveria interceder junto às outras administrações municipais para adequação dos terminais. Com o retorno do governador que construiu os terminais referenciados à administração agora em 2003 esperávamos alguma medida de intervenção quanto à possível reforma ou reconstrução mas nada de efetivo foi feito em 9 meses completos de mandato. 11) Caixas de itinerário Quando há cerca de 8 anos a gerenciadora do transporte municipal assumiu também o transporte metropolitano promovendo a sua definitiva integração (esta impedida anteriormente por entraves políticos), o sistema foi parcialmente unificado sendo que boa parte das linhas metropolitanas passaram a utilizar as cores e tipologia de prefixos similar aos municipais de Curitiba além de disponibilizar linhas diretas e a integração com terminais municipais a várias cidades. Ficaram com as cores antigas do sistema e prefixos veículos que atendiam linhas com remuneração diferenciada e não pelo modelo de quilômetro rodado como é o padrão de Curitiba. No entanto uma pequena mudança que muitas vezes passa desapercebida para os leigos até hoje representa um problema para os usuários: a diminuição do tamanho das letras nos letreiros das caixas de itinerários devido à inclusão do termo CTBA antes do nome da linha para indicar que o destino da linha é a região central de Curitiba. Tecnicamente parece perfeito mas para o usuário tal informação é inútil porque não informa de modo correto o destino no centro de Curitiba que pode ser o terminal metropolitano do Guadalupe, rua Doutor Muricy ou a rua Cândido de Abreu entre outros pontos finais das linhas e que são, evidentemente, distantes. O que o usuário precisa saber é o nome de sua linha apenas e no máximo - um sistema não utilizado em Curitiba - para onde o ônibus está indo (centro ou bairro) no momento que pretende embarcar. A inclusão desta inscrição tende a deixar os nomes resumidos prejudicando a visualização do letreiro.
12) Novos abrigos nos pontos de embarque x algum abrigo
Além da poluição visual os painéis representam um empecilho para diversos pedestres, entre eles os deficientes visuais que podem ter ferimentos caso batam nos painéis porque estes tem corpo de vidro. Observe na foto como a parte debaixo do painel é aberta dificultando que os deficientes visuais detectem a presença de tal obstáculo. Além disso a presença de vidro na parte de trás do abrigo visando, creio, a proteção contra intempéries para os usuários pode se tornar outro obstáculo perigoso para os pedestres. Na maioria dos novos abrigos existe um local para colocação de mapas mas apesar dos primeiros painéis já terem sido trocados pelo menos 3 vezes (diferentes propagandas) desde que implementados nos abrigos os mapas ainda não foram colocados em 99% deles atrasando mais um benefício à população. No caso do abrigo da foto, apesar de não perceptível, está com um dos vidros quebrados podendo causar ferimentos nos usuários e pedestres em geral. Creio que a presença do novo mobiliário dá um toque de charme à bela Curitiba mas por outro lado creio também que existiam outras prioridades na cidade em se tratando do transporte coletivo. A adequação dos terminais é uma delas. O asfaltamento de diversas vias na periferia por onde passam linhas de ônibus é outra. Na foto abaixo, a rua por onde transita o alimentador Campo Alegre, distante apenas 7 quilômetros do centro, no bairro do Capão Raso, não possui asfalto nem qualquer sinalização, no lugar das calçadas mato e lixo e o velho abrigo "chapéu chinês" dão a impressão de uma cidade faroeste. Em outro canto da cidade, na avenida Anita Garibaldi, importante ligação entre a região do Cabral e o município de Almirante Tamandaré boa parte do trecho percorrido por articulados e veículos de piso baixo é feita sobre antipó (com incontáveis buracos) e sobre uma via sem calçamento para pedestres. Em certos pontos não há qualquer abrigo para os usuários ou sequer uma áreas decentes para desembarque especialmente junto ao ramal ferroviário. Perigo para usuários do sistema, pedestres em geral e para os próprios motoristas que correm riscos de atropelar transeuntes e colidirem seus veículos devido à má conservação da via.
Propostas Pontos positivos não faltam também no sistema de Curitiba: algumas linhas dispõem praticamente apenas de veículos articulados adequadamente como é o caso da Interbairros II. As canaletas, ainda que hoje atendam poucas regiões diante do crescimento da cidade e saturadas, são um mérito de Curitiba mas deveriam ser estendidas a outras regiões da cidade mesmo que sejam exigidos investimentos de monta em desapropriações pois desenharão o futuro da cidade possibilitando a inclusão de outros modais de transporte (trens e metrôs) no futuro para toda a Curitiba. No entanto precisam de um novo formato. Por exemplo, em 2004 deve ser inaugurado um novo eixo de transporte chamado de Eixo Metropolitano no traçado urbano da antiga BR 116 que cortava a cidade. Nesta canaleta devem circular novos biarticulados, inclusive maiores e com mais conforto (cogitou-se a colocação de ônibus triarticulados neste trecho). Mas, a idealização de uma canaleta com 4 pistas para ônibus sendo 2 externas para linhas paradoras e 2 internas para linhas diretas dariam, com certeza, uma nova dinâmica à movimentação dos passageiros e dando aos ligeirinhos a verdadeira identidade que precisam por circular longe dos outros automóveis. Evidentemente que sobre a base do sistema podem e devem ser implementadas melhorias que resultem na vanguarda por ainda muitos anos: * Idealização de nova cor (e nova letra dos prefixos) para ônibus de linhas troncais que poderia ser o azul escuro (mesmo tom utilizado anteriormente no sistema metropolitano para Pinhais) evitando confusão entre os convencionais sem integração. * Criação da linha circular Interbairros VII interligando os terminais mais distantes da cidade substituindo linhas alimentadoras em alguns casos (Barreirinha, Boa Vista, Centenário, Boqueirão) possibilitando nova opção de deslocamento entre a região norte, leste e sul da cidade. * Criação de 2 pontos de integração (com ligeirinhos ou Interbairros II) para a linha Interbairros I ou mudança para a categoria convencional com mudança do nome para Circular 1. * Mudança nos letreiros das caixas de itinerário eliminando a palavra CTBA no caso dos metropolitanos aumentando o tamanho das letras da indicação da linha. * Barateamento da tarifa em horários de entre-pico ou em alguns dias da semana incentivando o uso do transporte coletivo. * Aumento da frota circulante para maior disponibilização de horários e conseqüente aumento do número de pagantes. * Nas linhas atendidas por micros, no horário de pico deveriam ser disponibilizados veículos padron para evitar super lotação e proporcionando maior conforto aos usuários. * Retirada dos painéis publicitários dos novos abrigos e retirada dos totens publicitários (sem função) próximos às estações tubo e em cruzamentos. * Asfaltamento e calçamento de todas as vias por onde passam linhas do transporte coletivo. * Reforma urgente dos terminais municipais e colocação de coberturas ligando os terminais à estações tubo. * Construção de novos terminais na região metropolitana substituindo os pequenos e inadequados existentes. * Aumento da frota de pesados ou veículos de motorização traseira/central proporcionando maior conforto a usuários e operadores dos veículos. Este artigo não pretendeu esgotar as questões postas mas apenas delinear aquelas que precisam de discussão mais urgente. Qualquer leitor que quiser poderá enviar novas questões ou comentar as que foram postas (concordando ou discordando, afinal este é um espaço democrático) através do e-mail omnibusdobrasil@yahoo.com.br com mensagens de título ARTIGO. Nossa idéia é montar um fórum permanente de discussões acerca das idéias sobre o transporte coletivo municipal da cidade de Curitiba. O artigo também foi pensado como um convite para aqueles que dirigem as grandes publicações do setor para que não se prendam a modelos prontos mas que exerçam uma profunda análise de todos os aspectos dos sistemas, algo que talvez com um pequeno passeio com os ônibus seria possível. No caso de Curitiba aproveitem, a rede é integrada e com uma tarifa é possível ir a qualquer parte da cidade mas...cuidado com as goteiras nos terminais, os painéis do caminho e, sobretudo, com os degraus dos ônibus.
Neobus em Goiás A encarroçadora NEOBUS no dia 7 de agosto inaugurou na cidade de Goiânia (GO) a VGO - Viação Goiás Ônibus, sua nova estrutura de representação. Com área de 2.500m2, o novo espaço Neobus pretende ser um importante elo de ligação entre a fábrica e os clientes daquela região. Após 4 anos de atividades a encarroçadora gaúcha já conta com 600 colaboradores, um parque industrial de 220 mil m2 e capacidade para montar 118 ônibus por dia. O novo Mega 2004 é um dos produtos disponibilizados para a região.
Mercedes Benz e certificação Proconve P-5 A DaimlerChrysler do Brasil recebeu recentemente a homologação do Proconve P-5 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) em duas famílias de motores eletrônicos atendendo aos índices de emissões previstos pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e equivalentes à norma européia EURO III. Os motores certificados para a linha de ônibus são o OM 904 LA que equipa os chassis OF1417 e OH1417 além do motor OM 906 LA que equipa o ônibus O500M. Viale Híbrido em São Paulo (SP) O ônibus Viale Híbrido, veículo desenvolvido pela Eletra e Marcopolo, está sendo testado desde o final de agosto na cidade de São Paulo (SP). Dois modelos foram adquiridos pela Secretaria Municipal de Transportes da capital (SPTrans) e serão testados por 60 dias na Linha 6500 (Terminal Santo Amaro - Terminal Capelinha), em substituição aos trólebus. O Viale Híbrido é cerca de 70% menos poluente que um ônibus convencional e permite economia de combustível de até 30%. Esse desempenho é possível graças à tecnologia aplicada no conceito híbrido, em que o motor diesel acoplado a um gerador, alimenta o motor elétrico, responsável pela tração do veículo, ou acumula energia nas baterias. Esse conjunto fornece a energia necessária nas acelerações, subidas e em trechos de velocidade. Nas desacelerações e quando parado, os propulsores elétricos não consomem energia e as baterias continuam a ser alimentadas. Este processo exige menor potência e possibilita a adoção de unidades motrizes mais compactas, que consomem menos combustível e geram baixos níveis de emissões e de ruídos. Barateamento das Tarifas do Transporte Urbano Aconteceu no último dia 11 em Curitiba (PR) a 51a. reunião do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes do Transporte Urbano e Trânsito que teve como principal tema as discussões sobre alternativas para baratear as tarifas de ônibus nas cidades brasileiras. Auto Viação Marechal x Dia do Motorista Aconteceu no dia 25 de julho a comemoração ao dia do motorista na Auto Viação Marechal de Curitiba (PR). Na data houve distribuição durante todo o dia de bolo e refrigerante aos colaboradores da empresa. Em destaque nas fotos abaixo o bolo e um momento da missa para os colaboradores nas dependências da garagem.
Marcopolo fornece para All Africa Games
EVENTOS
PALESTRA EM ESCOLA MUNICIPAL - Recentemente Osvaldo Born foi convidado a falar um pouco da história do transporte coletivo da cidade de Curitiba (PR) desde o tempo do bonde de mulas para alunos da Escola Municipal David Carneiro. Com o apoio de cartazes e fotos dos vários tipos de ônibus as crianças puderam conhecer um pouco mais da história e do presente fazendo perguntas. Osvaldo procurou demonstrar a importância do uso do ônibus para diminuição dos congestionamentos e da poluição nas cidades, a necessidade da cordialidade com pessoas de mais idade, mulheres grávidas e pessoas com necessidades diferenciadas nas estações tubo e terminais sempre instigando a curiosidade e reflexão dos alunos sobre as questões. Ao final, para aqueles que se comportaram, ou seja, todos, foi distribuído um ônibus impresso para montagem.
Maquete distribuída para as crianças NOVAS FOTOS NO ÁLBUM CONFIRA
NOVAS FOTOS DO SITE EM ANIVERSARIANTES DO PERÍODO
Se você faz aniversário neste período e não teve seu nome relacionado atualize seus dados junto ao clube. O amigo Flavio de Assumpção Pereira recentemente fez aniversário e não teve seu nome incluído na listagem do mês. Felicidades e muitos anos de vida ao Flavio. FELICIDADES AOS ANIVERSARIANTES!!! INTERCÂMBIO 1) "Olá Osvaldo. Eu sou Isaac Matos Preizner, 13 anos, moro em Curitiba (...) acho o seu site muito legal e gostaria de conhecer a sua matriz no Bom Retiro. Só aproveitando, hoje eu marquei algumas placas e prefixos de ônibus, porque adoro fazer isso e seu site está me ajudando muito para eu alcançar meu objetivo: anotar todas as placas e prefixos de ônibus de Curitiba e região metropolitana. (...) Gostaria de saber se eu irei pagar alguma coisa quando eu entrar no seu clube. Obrigado " Isaac Matos Preizner Prezado ISAAC: Já o integrei no grupo de discussão Omnibus-Curitiba e espero que a troca de idéias e informações com o pessoal já lhe tenha ajudado ainda mais na elaboração de sua listagem. Espero também que tenha gostado da reunião (ECO - Encontro de Colecionadores do Omnibus). Lembro a todos nossos leitores que não existe qualquer vínculo comercial de nossa atividade e que, portanto, todas as atividades são gratuitas. Um abraço. 2) "Caro Oswaldo. Navegando pelo site www.omnibus.hpg.com.br encontrei a seguinte informação (Bel-Tour- Carro 301 - Vissta Buss LO) onde o mesmo esteve a disposição dos participantes do encontro aqui no Rio. O veículo é um Vissta Buss HI 4x2 e não um Vissta Buss LO. A empresa adquiriu dois veículos, só que a Busscar só entregou um até o momento, o próximo deve estar chegando até o final de outubro. Abraços." Leonardo Silva - Revista do Ônibus. Prezado Leonardo: grato pela correção que já consta na ERRATA desta edição. Um abraço. 3) "Bom dia amigo sou (...) do Expresso Alegria.Hoje consegui um tempo para visitar o site do clube, é muito bom! Você estão de parabéns! (...) Passei o endereço do site para amigos que gostam tb do assunto, eles devem entrar em contato contigo. Por favor nos inclua em sua lista de endereços e nos mantenha informado das novidades, obrigado. Se precisar algo que eu possa colaborar conte conosco, um grande Abraço." - Josiel Martins - Expresso Alegria. Prezado Josiel: obrigado pela mensagem, espero futuramente fazer uma reportagem especial sobre o seu trabalho junto ao Expresso Alegria. Um Grande Abraço. 4) "(...) Estou escrevendo para te parabenizar pela brilhante 77a edição de "A Folha do Omnibus". Muitas informações interessantes, e raras, forma abordadas este mês. Parabéns." - Bruno Martins de Oliveira Caro Bruno: estendo sua congratulação a todos os amigos que ajudam a construir este meio de informação. 5) "Gostaria de maiores informações a respeito do VII ECO.Como adquirir convite para participar do encontro aonde sera realizado.aguardo resposta. Desde já grato" - Eduardo Gomes. Caro Eduardo: conforme informei por e-mail nossos eventos são abertos a qualquer interessado no assunto ônibus. Espero contar com sua presença nos próximos por não ter participado do que fizemos recentemente. 6) "Olá, Osvaldo, tudo bem? Estou escrevendo para que conheçam a nova página da Secretaria de Transportes da Prefeitura de São José dos Campos.http://www.sjc.sp.gov.br/html/sec_st1.htm. Visitem os endereços abaixos, nas quais há participação minha (!!):http://www.sjc.sp.gov.br/html/sec_st11.htm http://www.sjc.sp.gov.br/html/sec_st12.htm. As reportagens e fotos ficarão em caratér definitivo. Um grande abraço, tudo de bom e fiquem todos na paz de Deus!. Novidade do momento 3 Comil (!!) Svelto Volks 17- 210 com 13,20m (não dá para acreditar) e porta no meio para deficientes físicos. Bancos estofados, vidro fumê, letreiro auxiliar na frente. Prefixos: 1820, 1830 e 1840” - Leandro Machado de Castro Leandro: com grande satisfação soubemos de seu trabalho junto ao site e o parabenizamos por ter condensado de forma brilhante a história do transporte de sua região. Ele é um convite à imaginação de como eram as coisas em outros tempos. 7) "Oi, tudo bem? Meu nome é Junior e eu moro em Curitiba tb. Já faz algum tempo que venho acessando teu site e achei muito legal. Gostaria de trocar fotos e informações sobre ônibus contigo, pois eu tb sou um apaixonado por ônibus." - Junior - jrspace@bol.com.br Junior: que bom podemos contar com mais um amigo de Curitiba para troca de informações e fotos. Vale lembrar que o Junior é fã da Vale do Iguaçu e se algum leitor tiver fotos desta empresa entre em contato com ele através do e-mail informado acima. 8) " Aos responsaveis, gostaria de saber se vcs sabem de algumas empresas que forneçam brindes ou materiais p/ nós busologos?? Grato." - kkk77@bol.com.br Prezado amigo: várias empresas fornecem brindes mas nem sempre. Aconselho você a elaborar uma bela correspondência para sua empresa favorita, anexar se tiver alguma foto ou material da empresa, e mandar para ela destacando características de alguma viagem que pretende fazer com ela ou algum veículo da frota. Com certeza terá resposta. Deixo a disposição dos leitores o seu e-mail para eventualmente iniciar alguma troca de material repetido. 9) "oi, eu sou um grande fã de onibus e eu gostaria de receber informações sobre as empresas: gidion, transtusa e verdes mares.eu tambem gostaria de receber fotos de onibus.endereço: rua jordania,30 bairro nova brasilia,joinville/sc." - diegofc2002@bol.com.br Prezado Diego: não dispomos de fotos para envio, apenas para troca, essa é a idéia do clube. Mas, todo mundo tem que começar do zero por isso peço aos amigos de sua região que caso disponham de fotos e informações das empresas referenciadas que entrem em contato. Obrigado pela mensagem! 10) "gostaria de saber aonde posso adquerir onibus em escala ho 1/87" - Roberto Strasser - robertostrasser@zipmail.com.br Prezado Roberto: tentei enviar um e-mail várias vezes como resposta mas ele sempre retornou. Se algum leitor puder ajudar com mais informações para divulgarmos agradeço. 11) "Caro Oswaldo Born, Parabéns pelo seu trabalho! Li na edição 77 da Folha do Omnibus notícia sobre o fim da VIAÇÃO SALUTARIS que realmente desconhecia. O companheiro Alex nos informa que a Águia Branca assume em seu lugar e...pintará os Salutaris em suas cores. Com a extinção da empresa encerra-se uma tradição. A Salutaris que começou com nome de água mineral famosa, foi sinônimo de ônibus em vasta região do (antigo) estado do Rio de Janeiro e em parte de Minas Gerais, e suas ligações com a cidade do Rio de Janeiro. Salutaris foi sinônimo de ônibus em Petrópolis, Três Rios, Paraíba do Sul, Juiz de Fora no tempo de pioneiros. A empresa teve grande número de concessões e, por alternativas de gestão, algumas vezes optou por transferir direitos para seguir em frente. Quando da adoção de ar condicionado em ônibus (com exceção da experiência anterior da COMETA), foi também uma das pioneiras, isso lá pelo meio da década de 70. O fim da Salutaris sinaliza de um modo interessante o encerramento de um ciclo. O conjunto Salutaris / Volvo / Carbrasa significou nos anos de implantação do atual (e pujante) sistema de transporte coletivo interestadual e intermunicipal, o sinônimo de possibilidade de viagens entre muitos destinos. Já faz muito tempo que peguei meu último Salutaris, ele ia para Três Rios e me deixou na BR 40 próximo a Itaipava. Recentemente, no ônibus da Única, um motorista da Salutaris (que pegava uma carona) sentou ao meu lado e perguntado, falou muito bem da empresa. Ele iria pegar o carro que faz o percurso Petrópolis - São Paulo, que me parece é linha que possui dos melhores ônibus da empresa. De fato o relato que colhi bate com premiação que a Salutaris recebeu, acredito que em 2001, nas cem melhores empresas para trabalhar?. E, apesar de oferecer ao redor de, apenas, 600 empregos diretos tratava-se de um ponto de destaque como organização. Caro Oswaldo parece que empresa de ônibus (interurbanas) são como time de futebol e cada um torce por uma (ou algumas). Por vezes os mesmos serviços e ônibus muito parecidos fazem o percurso, mas se prefere uma empresa. Por que? Você poderia me dar uma explicação? Saudações," - Paulo Zobaran Ferreira - pzobaran@globo.com Amigo Paulo: optei por inserir seu texto na íntegra devido a seu conteúdo. Mas, quanto a sua questão, acredito que uma soma de fatores nos fazem optar por uma empresa, alguns deles inconscientes inclusive que creio, nunca, nem mesmo o melhor profissional de marketing, descobrirá. Muitas vezes pequenas lembranças de nossa infância que, ao utilizar novamente um ônibus de determinada empresa, vem a tona. É um conforto a mais: matar saudade pela lembrança de bons (ou melhores) tempos. Obrigado pela constância de suas mensagens especialmente pela nostalgia que elas nos passam. Um abraço. 12) "Olá, amigo! Você que aprecia ônibus e trolebus antigos e clássicos tem mais uma opção de entretenimento na internet. Acesse o site TOFFOBUS - O SITE ARQUEOBUSÓFILO - o site dos ônibus e trolebus antigos. Lá você encontrará dezenas de fotos de ônibus & trolebus do mundo todo para seu prazer de ver. Cada foto tem espaço para comentários e assim funciona como uma verdadeira sala de bate-papo, possibilitando a troca de idéias e novas amizades.Clique já: http://www.conseld.com/toffobus e divirta-se!" - Toffobus Prezados
amigos do Toffobus: obrigado pela mensagem e sucesso no novo site! |